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Igor Rickli já pode pedir música no "Fantástico"

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

A repetição de atores tem se tornado prática comum entre as emissoras de TV que investem em dramaturgia. É comum ver a mesma cara entre uma novela e outra num curto espaço de tempo. Só que escalar o mesmo ator para atuar em 3 novelas sequenciais é o fim da picada.

É o que acontece com o ex-global Igor Rickli. Em 2013, o moço fez sua estreia na televisão, na novela "Flor do Caribe", como o vilão Alberto Albuquerque, por sinal, com péssima dicção e atuação. Em 2014, esteve presente em "Alto Astral" na pele de Mohammed.

Após curta passagem na Globo e portando um limitado currículo, Rickli partiu para Record com status de medalhão. Em março de 2016, assinou contrato com a emissora dos bispos para participar de "A Terra Prometida", dando vida ao antagonista Rei Marek. Com o fim da saga do hebreus, o ator saiu direto como protagonista da substituta "O Rico e Lázaro", na pele de Zac.

Como se fosse o único ator e galã à disposição num mercado tão extenso, Igor foi escolhido como substituto do ator Guilherme Winter e aceitou assumir o papel de um empresário de tecnologia Benjamin em “Apocalipse”, que estreou há duas semanas no lugar de "O Rico e Lázaro".

Ou seja: em 2017, Igor Rickli emendou 3 novelas bíblicas na Record. Uma atrás da outra. Já pode pedir música no "Fantástico".

Saindo de uma novela para outra em sequência, Rickli especializa-se como ator bíblico na Record. Além de desgastar sua imagem, compromete a qualidade de seu trabalho e da novela, já que não tem tempo suficiente para se preparar e estudar o novo papel, desligando-se do personagem anterior. Pior ainda: o ator em questão é bem abaixo da média.





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