sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Filha de Edir Macedo vai mesmo controlar a teledramaturgia da Record?

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Dotados de amadorismo e fanatismo religioso, os bispos da Record enlouqueceram de vez. Ao que tudo indica, a alta cúpula da emissora colocou nas mãos de Cristiane Cardoso, filha de Edir Macedo, o comando da teledramaturgia do canal.

Qual necessidade de escalar a filha do dono da emissora para mandar e desmandar nesse departamento? Provavelmente, tem a ver com a propagação da igreja de seu pai, a Universal do Reino de Deus. A herdeira tem peso lá dentro e rondando o texto das novelas, a mensagem da IURD pode chegar com mais facilidade, quer o autor queira quer não. 

Cristiane Cardoso pode até ser escritora, apresentadora e o diabo a quatro, mas não é novelista, nunca escreveu uma novela, nem trabalhou diretamente na colaboração de uma.

Já se sabe que Cristiane tem causado o maior rebuliço no texto de "Apocalipse", escrita por Vivian de Oliveira, que a esta altura já perdeu as rédeas de sua obra. A interferências de Cardoso tem resultado em desastre no ibope da novela que se transformou em teleculto da IURD.

Para piorar, a substituta de "Belaventura" na faixa das 19h45, antes "Rosa Choque" e agora rebatizada de “Topíssima”(olha que título horroroso), assinada por Cristianne Fridmann, é baseada em um dos livros de Cristiane Cardoso: "Casamento Blindado" ou "Namoro Blindado". 

O leitor duvida que o texto de Fridmann não será mexido, a exemplo do que vem acontecendo com Vívian de Oliveira em “Apocalipse”? Autor na Record não tem liberdade. Lamentável.
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