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Record fez questão de jogar "A Fazenda" no lixo

sexta-feira, 22 de setembro de 2017
Ana Paula Minerato
Se arrependimento matasse, a Record já estaria nos quintos dos infernos por conta da nova edição de "A Fazenda". Nunca se viu, em tão pouco tempo, tantas falhas inaceitáveis num programa de TV levando-se em conta o tamanho e experiência do projeto. Tamanho em estrutura física, por que a relevância do reality é zero. Aliás, a "Nova Chance" já pode ser considerada a pior das piores edições do reality.

Além da decepção do público em relação aos participantes (mais empacados que um jumento e forçando a barra no barraco) e falta de novidades no formato, a direção da emissora tem tido o maior trabalho para colocar a atração nos eixos devido aos irritantes e constantes problemas técnicos, principalmente de áudio. Quem acompanha o programa fora da TV, só tem a se queixar por conta das falhas de áudio. Já na tela da Record, com Roberto Justus completamente perdido e dependente, melhor nem comentar.

A principal causa de tantos desacertos está na troca da experiente produtora Floresta pela Cygnus Media. Apesar de ter tocado outros projetos na TV, como os realities “Bake Off Brasil” e “Os Paranormais”, do SBT, a Cygnus está se saindo a maior amadora no ramo. Casadinha perfeita: Produtora e emissora amadoras.

Sabe o ditado "o barato pode sair caro"? É o que acontece em "A Fazenda". Por motivos financeiros, querendo poupar grana, a Record preferiu não renovar com a Floresta e tentar uma produtora mais em conta. Deu no que deu. Confusão nos bastidores, demissões, intervenções, cara feia do público, audiência insatisfatória e... a qualidade - que já não tinha? No lixo.

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