Quadro musical do Faustão é destaque num domingo deprimente

Fausto Silva
Domingo na TV aberta geralmente é sinônimo de depressão. Se o telespectador zapear canais como Record, SBT e RedeTV! encontrará pouquíssima ou nenhuma diversão de qualidade. Os programas dominicais de maior investimento desses canais estão inundados de tristeza e choro.

Eis que surge Fausto Silva, o chato de sempre, para fazer a diferença com o "Ding Dong". Nadando contra a maré de tristeza da concorrência, o "Domingão" presenteia seu público com um game simples, porém nostálgico. A atração musical se mostra um acerto, tanto que todo domingo o quadro vai parar nos assuntos mais comentados das redes sociais e a audiência reage bem.

O segredo é trazer de volta à telinha artistas que sumiram das paradas musicais e mídia após grande sucesso em seus tempos de ouro. Elogiável. Dar as caras num programa da Globo é sinal de uma nova oportunidade para eles no mercado. 

A ideia desperta curiosidade e nostalgia no público de casa, o que garante diversão. Os participantes do "Ding Dong", quase sempre artistas da Globo, se tornam meros coadjuvantes em meio a onda baladeira dos velhos tempos. 

Se muitos desses cantores "esquecidos" fossem nos programas da concorrência é quase certeza de que seriam homenageados, mas teriam que expor suas dificuldades financeiras, problemas de bastidores, doenças e morte. É sempre assim.

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