"MasterChef" é ótimo, mas incomoda e cansa por ser tardio e longo demais

Érick Jacquin
Duas semanas após encerrar a quarta temporada do “MasterChef”, nesta terça-feira (05), a Band estreou a segunda edição do seu reality de culinária, agora profissionais. Mesmo sendo um ótimo programa e tendo jurados super carismáticos, a atração tinha ou ainda tem tudo para azedar, principalmente pelo excesso de edições uma atrás da outra.

Por ora, quem é fã do "MasterChef" certamente deve se queixar do horário que o reality da Band é exibido. Para acompanhar o programa, o telespectador precisa travar uma mega batalha contra o sono e geladeira até quase 1h da manhã e um pouco mais, como se ele não precisasse acordar cedo.

O objetivo da Band ao esticar o tempo da atração, das 22h10 às 00h35 (sempre passa disso), assim como nas edições anteriores, é buscar uma melhor média de audiência na briga contra a concorrência. É rotina o reality ocupar o segundo lugar isolado e atingir a liderança no Ibope depois da meia noite.

Porém, a tática é contrária aos interesses dos patrocinadores e de boa parte do público. Complicado assistir o programa se o telespectador precisa acordar cedo. A Band pouco se importa para o festival de reclamações.

Apesar do "MasterChef" ser uma ótima pedida nas noites de terça-feira na TV aberta, por acabar tão tarde, os episódios causam gastura, se arrastam e cansam por serem longos demais.
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