5 cópias mal feitas e fracassadas da Record que foram inspiradas na Globo



Qual é a emissora mais preguiçosa no tocante criatividade e que, sem qualquer vergonha na cara, copia o que tiver pela frente? Pensou na Record? Claro! A má fama da emissora, carinhosamente chamada de máquina de xerox da TV brasileira ou simplesmente "Recópia", prontamente a entrega.

Desde que a emissora do Edir resolveu aparecer e sair do limbo do ranking da TV aberta, o alvo e símbolo de inspiração tem sido a Globo, sua maior rival. Só que a emissora dos Marinhos samba por cima da Record na média-dia e, com seu padrão de qualidade superior, deixa a descarada no maior recalque.

Na sede da sonhada liderança, a Record investe pesado na criação, ou melhor, na cópia ou reciclagem de programas já eternizados da Globo. O sonho da invejosa é ser a Globo, como não consegue, o jeito é tentar parecer.

Veja a seguir cinco cópias mal feitas e fracassadas da Record que foram inspiradas na Poderosa:


1. Esporte Fantástico

É risível, eu sei. Poderia ser pior se a Record deixasse o programa em plena manhã de domingo com a Mylena Ceribelli, ex-globo e antiga apresentadora do original, comandando uma cópia chinfrim do "Esporte Espetacular". Engraçado é que os inteligentes da emissora fizeram uma troca de nomes já registrados pela Globo para tentar disfarçar a cópia. 

O que deixa o telespectador invocado é que o programa deveria cobrir grandes eventos esportivos e tratar do esporte, esporte de verdade. Sem Pan e Olimpíadas e sem direito a nada, a Record apenas tapeia seu público com besteiras envolvendo alguma modalidade. O que não falta é artista da emissora participando de alguma matéria sem pé nem cabeça, fora as histórias de superação. Para se ter ideia da falta de conteúdo na atração, até os "Dez Mandamentos" já foi pauta do programa. 


2. RecNov

Ambiciosa para atrair os noveleiros de plantão, a Record decidiu lançar o RecNov ou Record Novelas, ou também Central Record de Produção (CRP)), um complexo de estúdios para a produção de obras de teledramaturgia da emissora, o terceiro maior complexo televisivo do Brasil, atrás somente do Projac da Globo e CDT da Anhanguera do SBT. 

O grande objetivo deste investimento era colocar a emissora no caminho da liderança, com uma programação igual à da Globo, com três novelas inéditas no ar e mais séries e minisséries. Pois bem, a Record se perdeu por esse caminho. Hoje, sem forças para tocar a teledramaturgia, o estúdio tem sido arrendado à produtora Casablanca, responsável pelas novelas mequetrefes do canal.

3. Portal R7

De olho nos internautas, a emissora do Edir resolveu lançar o portal R7 em 2009, uma espécie mais baixo nível do importante portal de notícias G1, da Globo. Olha só! Consoante maiúscula seguida de um número.

O R7 se popularizou, mas a qualidade do portal sempre foi duvidosa. Quando o visitante abre a página geralmente se depara com três coisas: Crimes, fofocas sobre celebridades ou propaganda de programas da emissora. O portal já foi muito confuso e bagunçado. Um detalhe curioso desta cópia é que a maioria das páginas do R7 não dispõe de um espaço para o visitante comentar. Por que será? Sem dúvidas, a Record tem receio de ser metralhada pelo público que vive a criticá-la.


4. Jornal da Record

O principal telejornal da emissora sofre com a fama da xerox. Depois de uma grande reformulada e demissão do Boris Casoy da bancada, a Record lançou em janeiro de 2006 o "novo" "Jornal da Record", apresentado por Celso Freitas e Adriana Araújo. O que chamou a atenção do público foram as semelhanças que lembravam muito o "Jornal Nacional" na época. A redação reformada e ampla, a presença de 15 repórteres vindos da Globo e aparência dos âncoras que lembravam Bonner e Fátima causava até uma certa confusão. Quem é quem?

Com o passar do tempo, num entra e sai de âncoras, a chegada de Ana Paula Padrão deu mais um ar global à aparência do telejornal. Adicione a cópia do pacote gráfico praticamente idêntico ao JN. Cores, fontes, tudo! Até a previsão do tempo não escapou.

A aparência podia até ser igual, porém o conteúdo e padrão editorial do JN era e ainda é superior. A cópia abusa bastante de pautas policiais. Casos de assaltos, assassinatos tomam boa parte do tempo. Vale lembrar que o JR subiu no Ibope em 2015 devido ao sucesso de "Os Dez Mandamentos". Sem Moisés, a audiência segue em queda livre.

De 2015 para cá, o original da Globo sofreu grandes mudanças. Como de costume, espera-se que a Record caia no embalo e faça Celso e Adriana circularem pelo cenário a dialogar com repórteres num telão. 


5. Domingo Espetacular

Em abril de 2004 estreava um programa meio suspeito e que de cara lembrava uma famosa atração da Globo, o "Fantástico". Atualmente o "Domingo Espetacular" é apresentado pelos amiguíssimos Paulo Henrique Amorim, Janine Borba e Thalita Oliveira.

Em formato de revista eletrônica, a cópia pode até lembrar, mas passa vergonha ao ser comparada com a qualidade do original. O DE aposta em pautas apelativas. Todo domingo é possível ver temas sobre comida, bichinhos e fofocas sobre celebridades. O "Fantástico" mantém pautas investigativas. A cópia também investe na mesma pegada, mas acaba se perdendo com doses exageradas de informações, algumas recheadas de puro sensacionalismo. O DE serve também como meio eficaz para os bispos atacarem outras emissoras, principalmente a Globo, assim como empresas e igrejas concorrentes do Edir.

Chato deve ser apresentar o programa, até por que os apresentadores só aparecem de hora em hora devido as matérias de longa duração. Tortura é suportar o Paulo Henrique Amorim com seu "Olá, tudo bem?". Mil vezes o Tadeu Schmidt e Poliana Abritta. 

O cenário e visual do programa é super pobre e de mau gosto em comparação com o alto investimento e tecnologia do "Fantástico". Em termos de audiência, cresceu e ultimamente caiu. Nunca deixou de apanhar da Globo. De espetacular não tem nada!
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