"Rola ou Enrola": fútil, escroto e indecente

No programa "Eliana" desde domingo (25)
Em pelo domingo à tarde, em que a família brasileira tradicionalmente senta em frente a TV à procura de diversão (utopia), o programa "Eliana" oferece um dos quadros mais fúteis, escrotos e indecentes da TV brasileira: o "Rola ou Enrola".

Atualmente sob o comando da herdeira onipresente Patrícia Abravanel, o quadro do dominical também é cansativo, bobo e sem graça. A sátira da Narcisa Tamborindeguy é uma verdadeira desgraça e só piora a atração. Em certos momentos, é a própria apresentadora que precisa de um bombeiro para controlar e apagar o fogo.

As moças, que dizem estar á procura de um par de calças, no mais alto grau de sua futilidade, chatice e vazio, estabelecem critérios imodestos para a escolha do parceiro e se auto rebaixam ao se colocarem de bandeja para "desencalhar". Sentada naquela cadeira à procura de um homem, a própria mulher se degrada.

Os homens, piores do que as participantes, apostam no vale tudo para chamar atenção. Pagam mico em rede nacional, aparecem descamisados e até semi-nus. Na edição deste domingo (25), um candidato meio bombado tirou a roupa e ficou só de cueca, arrancando suspiros da mulherada fogosa. Exalando indecência e forçando um pai ou mãe a expulsar sua criança da sala, uma delas pediu para apalpar o traseiro do rapaz. Uma escrotidão. 

No final da contas, para que serve um quadro desses? Ser inútil. Os relacionamentos não dão em nada mesmo! O "Rola ou Enrola" é entretenimento sem propósito, cacete, batido e podre, digno do público que tem.
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