Assistir o "Encontro com Fátima Bernardes" é como ir ao psicólogo

Fátima, nesta segunda (21)
Por: Luan Costa e Silva, 21/11/2016, 12h03
Se assistindo o "Bem Estar", o telespectador se sente num consultório médico de clínica geral, acompanhar o "Encontro com Fátima Bernardes" é relaxar num divã, aquela espécie de sofá usado por psiquiatras, psicólogos e psicanalistas.

O programa da ex-esposa de William Bonner não apela para o popularesco para chamar atenção das donas de casas ocupadas e desocupadas que estão de cara pra cima. Além de música ao vivo e um pouco de variedades, Fátima e produção pautam por temas sensíveis ao cotidiano, relacionamentos pessoais e comportamento.

Um bate-papo cabeça que só mesmo alguém cabeça ou necessitado para sentar em frente a TV e conseguir acompanhar. É assim que Fátima fidelizou determinado público nas manhãs da Globo. Não é qualquer um que suporta as pautas da atração.

Nesta segunda-feira (21), por exemplo, o "Encontro" tratou de paixão patológica, quando os sentimentos extrapolam os limites e se tornam uma obsessão e como a perda da mãe pode impactar a vida de alguém. Dr. Jairo Bouer, psiquiatra, esteve por lá debatendo e esclarecendo os temas.

Em outras edições, são cativas as presenças do neurocientista-galã Fernando Gomes e da psicóloga Lígia Guerra. Para quem não se interessa pelo papo que rola no programa, logo muda de canal. Por outro lado, se você sofre com alguma problema emocional ou coisa parecida, o "Encontro" está melhor que certos atendimentos da saúde pública.


Dr. Jairo Bouer, psiquiatra

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