A julgar pelo nível, versão brasileira do "X Factor" não deveria ter 2ª temporada

Por: Luan Costa e Silva, 04/11/2016, 10h43

Contrariando o fracasso em audiência e de olho no sucesso comercial e repercussão nas redes socais, a direção da Band, em convenção realizada em São Paulo, bateu o martelo quanto a segunda temporada do reality "X Factor".

A atual terminará no dia 23 deste mês, ao vivo, nos estúdios da Quanta, mas já ficou definida uma próxima. Segundo o colunista Flávio Ricco, o anúncio oficial será realizado durante o encerramento da primeira edição e a ideia é manter o mesmo time.

Manter o mesmo time? Pera aí!

Alinne Rosa, Di Ferrero, Paulo Miklos e Rick Bonadio formam o pior time de jurados que se poderia ter numa bancada de um reality musical. Além dos participantes apresentarem baixíssima qualidade, os jurados são infelizes em seus critérios quando passam a mão pela cabeça de algumas das bombas que sobem naquele palco.

O público tem visto participante embromar, perder a voz e o fôlego e derrapar no inglês. E os jurados? Fazem vista grossa para manter os candidatos que escolheram para seu time. É uma vergonha.

A versão tupiniquim do "X Factor" é um ultraje ao formato de sucesso mundo afora criado por Simon Cowell. Comparado ao nível do "The Voice", na Globo, sem comentários.

Com média capengando nos 2.5 pontos no Ibope e marcado pelo sofrível desempenho dos jurados e aspirantes artistas, muita coragem a Band tentar uma segunda temporada insistindo nos mesmos erros desta primeira edição. 
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