Record impõe nova proibição, mas permite coisa pior

Fabíola Gadelha: isso aqui a Record não proíbe
Por: Guilherme Diniz, 19/10/2016, 10h50
Já dissemos aqui: trabalhar na Record é fogo. Só mesmo por necessidade extrema.

Além do contratado ter que lidar com os bispos; quase ser convertido à Igreja Universal e não ter direitos trabalhistas garantidos ao assinar um contrato meio fraudulento, a direção do canal agora quer barrar suas repórteres de ganhar um agrado por fora.

Segundo informa a coluna do jornalista Flávio Ricco, os mandões do jornalismo da Record tem proibido repórteres que usam as redes sociais para se transformar em garotas-propaganda e pagar permutas de roupas. Tal prática ou troca é muito utilizada por personalidades de todas as emissoras de televisão.

O que será que a direção quer com esta ordem? Impor credibilidade, respeito e ordem à imagem do jornalismo da casa? Difícil. A julgar pela forma que algumas jornalistas e repórteres se comportam ou como são tratadas na tela da Record como, por exemplo, Fabíola Gadelha, que aceita ser bulinada, pagar mico e até ser assediada moralmente por certo apresentador, a nova proibição é falta do que fazer. Tais coisas e atitudes piores, ligadas ao jornalismo do canal, a direção não proíbe.

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