"Super Pop" debate terrorismo e apresentadora provoca atentado na mente do telespectador

Por: Guiga Bates, 04/08/2016, 10h30

Com a proximidade do início dos Jogos Olímpicos da Rio 2016, todas as atenções do mundo estão voltadas para o Brasil.

De olho nos recentes acontecimentos e no histórico de atentados terroristas ocorridos em outros grandes eventos esportivos, o Estado Islâmico poderia tocar o terror por aqui. Pelo menos, foi esta possibilidade que o "Super Pop", da RedeTV!, fez questão de deixar bem claro na noite desta quarta-feira (03).

"O programa de hoje é realmente muito atual", disse Luciana Gimenez. A atração discutiu sobre um provável ataque terrorista durante a Rio 2016. Se o programa da esposa de Marcelo de Carvalho tivesse alguma credibilidade e audiência superior, certamente o país inteiro estaria em pânico numa hora dessas.

Luciana recebeu no palco o xeique Ahmed al-Khatib, que foi levado pela Polícia Federal pera depor por ter relação com dois supostos terroristas que agiriam no Brasil. O especialista em segurança Jorge Lordello e o doutor em história Sidney Ferreira Leite também marcaram presença no debate.

Apesar dos especialistas amenizaram a situação, apontado para o forte esquema de segurança durante o evento, a apresentadora demonstrava suas incertezas e pânico em relação ao tema. Sem contar das pérolas espetaculares de super entendida e perdidinha no assunto.

O programa realizou um teste nas ruas de São Paulo simulando situações comuns em atos terroristas em que um homem de aparência estranha deixava uma mala suspeita num local público. "Se eu estiver na Europa e vejo uma mala dessas, saio zarpando", disparou Luciana.

Acredita que até um vidente, um tal de Robério de Ogum, foi convocado para apontar a possibilidade de um ataque? O profissional tranquilizou Luciana afirmando que não haverá atentatos no Brasil durante as Olimpíadas. 

Tomara que não! Em compensação, se até aqui houve algum atentado, com certeza foi o ""Super Pop" e Luciana Gimenez perturbando a mente de seus telespectadores.  

No mais, trazer à tona a discussão de um provável ataque e prevenção diante da magnitude das Olimpíadas, não deixa de ser válido. Do programa, só retiraria da roda a mediadora e o desnecessário vidente.

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