"A Gata" é outro dramalhão mexicano de clichês vagabundos

Por: Guiga Bates, 18/08/2016, 20h09

Na última segunda-feira (15), o SBT estreou nas suas tardes mais uma novela de origem mexicana produzida pela Televisa. Com 121 capítulos, "A Gata" (2014) é estrelada por Maite Perroni e Daniel Arenas.

Passando os olhos nos três capítulos iniciais e no roteiro, nota-se que o dramalhão abusará do festival de clichês vagabundos tão comuns nas produções mexicanas. Incrível, os roteiristas não mudam nunca.

Logo na primeira fase, a história segue assim: Sem saber de sua origem, a encantadora Esmeralda ou "A Gata", vive num lixão, é explorada e cresce em condições miseráveis. Seu melhor amigo, ajudador e futura paixão é Paulo, o garoto rico. O atrito começa quando a mãe do rapaz não considera a garota digna por ser pobre. A partir daí, sem nenhuma novidade, a trama se desenrolará com muita oposição para separar o amor dos pombinhos já em idade adulta.

Uma mocinha pobre que se apaixona por um mocinho rico e terão que enfrentar uma vilã malvada. É o feijão com arroz de sempre. Se você é fã de enlatados mexicanos certamente já viu algo parecido numa outra ou em várias novelas da Televisa.

Com uma trama tão "complexa", focada somente nos protagonistas e antagonistas, quanto tempo será que levou Nathalie Lartilleu para criar a história?

E vamos combinar... "A Gata" não se trata apenas de mais um festival de clichês, é um horror de novela. O leitor já teve tempo de dar uma olhadinha na produção? Assustadora! Como conseguem assistir e gostar daquilo, um mistério. Tem gosto pra tudo nessa vida.

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