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Os piores finais das novelas globais

sábado, 18 de junho de 2016
Por: Júlio Henrique, 18/06/2016
Comendador foi morto pelo filho em último capitulo de "Império"

Se tem gente que odiou o final do fenômeno “Totalmente Demais” com chroma key, selfie com cantora internacional do nada e casal Joliza forçado pelos autores, nem deve se lembrar dos finais de novelas como “Império” que frustraram o telespectador da mesma forma.

Confira a seguir os piores finais de novelas dos últimos tempos:

Império (2014)

A história do comendador José Alfredo (Alexandre Nero) conquistou o Brasil. O personagem que venceu a morte, quando a forjou, se tornou um ícone. Qual não foi a surpresa quando Aguinaldo Silva matou o homem de preto! Zé Alfredo morreu pelas mãos de seu próprio filho, o José Pedro (Caio Blat). Sem falar que toda a família do Imperador se afundou numa enorme tristeza.

Em Família (2014)

Uma das piores novelas das nove de todos os tempos e a pior do Maneco. "Em Família" foi uma tortura, nada se salvava. Um dos personagens mais chatos da novela era o ciumento Laerte (Gabriel Braga Nunes) que enchia o saco do telespectador e vivia de crise com a desnaturada Luiza (Bruna Marquezine). O cafajeste teve até um caso com uma avulsa que não tinha um pingo de relevância na trama. E foi essa figurante, Lívia (Louise Dtuani) quem matou o Laerte e seu ciúme doentio.

Fina Estampa (2011)

Todo mundo ficou na expectativa de um final bombástico nessa trama de Aguinaldo Silva. O clímax da narrativa foi quebrado quando Griselda (Lilia Cabral) foi salva pelo filho Antenor (Caio Castro) e Patrícia (Adriana Birolle) numa operação de salvamento digna de desenho animado. Pior foi o Pereirão quase ser atropelada por Tereza Cristina (Christiane Torloni) que voltou do mundo dos mortos para depois correr atrás do carro com uma chave de grifo. Sem falar que a identidade do amante de Crô não foi revelada.

Tempos Modernos (2010)

Essa novela já não era lá grande coisa, o final então... Os personagens de Antônio Fagundes (Leal Cordeiro) e de Eliane Giardini (Hélia) diziam que se amavam, mas depois de uma noite se separam de vez. Sem falar nos 2768738 de bebês que nasceram na trama. Mas o pior foi a vilã Maurren (Paula Possani) conseguir abrir as algemas com clipes de papel e fugir.

Caminho das Índias (2008)

A novela de Glória Perez causou diabetes no público com sua reta final água com açúcar. O clímax do último capítulo foi o reencontro de Raj (Rodrigo Lombardi) e Maya (Juliana Paes). Em meio a uma choradeira os dois caminham um ao outro no meio da multidão e num passe de mágica as roupas de viúva da protagonista se transformam em riquíssimos trajes de festa.

Negócio da China (2008)

Essa novela do Miguel Falabella foi um samba de crioulo doido. Máfia chinesa, um pen drive com uma conta milionária num banco, espiritualidade e etc. A audiência ia tão pífia que o autor decidiu ir pelo caminho do clichê extremo, com casamento coletivo e tudo.

Cobras e Lagartos (2006)

O clímax da reta final da novela de João Emanuel Carneiro era o “Quem matou?” o personagem Estevão (Henri Castelli). Todo mundo achando que o assassino era a Leona (Carolina Dieckmann) ou Foguinho (Lázaro Ramos) e quem matou o vilão foi uma personagem coadjuvante de um núcleo que não tinha nada a ver, Madá (Nanda Costa) com uma peruca ruiva.

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