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Quando a Globo caprichou nos efeitos visuais e não se gabou

quarta-feira, 22 de junho de 2016
Por: Vitor Nobre, 22/06/2016
Computação gráfica criou um elefante em "Ligações Perigosas". (Foto: Reprodução)
Com todo o alvoroço que a Record faz em torno de seus capítulos especiais, os fãs do canal acabam acreditando que a concorrência não tem a capacidade de desempenhar obras com efeitos visuais tão bom ou melhores que a emissora dos bispos. Por isso, o Detona TV resolveu separar algumas produções da Globo em que a emissora não se gabou por ter caprichado na computação gráfica.

Cordel Encantado (2011)

A trama escrita por Duca Rachid, Thelma Guedes e Thereza Falcão, além de ótimas atuações, contou também com efeitos especiais épicos, não devendo nada para produções norte-americanas.



Êta Mundo Bom! (2016)

No ar, a trama de Walcyr Carrasco também deu trabalho a equipe de pós produção. O resultado é incrível, e duvido que você imaginava que a casa da Cunegundes não passava de computação.



Ligações Perigosas (2016)

Dentre todas as tramas da Globo, a minissérie “Ligações Perigosas é a que merece mais destaque. Escrita por Manuela Dias, com a colaboração de Maria Helena Nascimento e Walter Daguerre, a equipe ousou e se arriscou em produzir em 4K, uma trama repleta de efeitos visuais. Mas o resultado é surpreendente.



Amorteamo (2015)

A minissérie que misturou elementos distintos de uma maneira suave, além de ser reconhecida e ganhar prêmios pela linda abertura, também contou com belas artes visuais sobrepostas em grandes paredes verdes. A trama protagonizada por Mariana Ruy Barbosa, tem redação final de Cláudio Paiva.



A Princesa e o Vagabundo (2010)

Escrito por Renato Aragão, Paulo Cursino, Marcius Melhem e Paula Amaral, o especial de final de ano exibido em 2010 também contou com belos efeitos visuais. Quase imperceptíveis. E é incrível como a trama teve um grande cuidado, mesmo sendo direcionada ao público infantil.

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