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“Escrava Mãe” surpreende pela qualidade

quarta-feira, 1 de junho de 2016
Por: Júlio Henrique, 02/06/2016
Thais Fersoza interpreta a grande vilã da novela "Escrava Mãe"

Não menosprezo uma novela só porque é de uma emissora que não gosto, como faz muito crítico por aí, detonando novela só porque é da Record, se esquecendo que a mesma já teve produções maravilhosas como ”Pecado Mortal”, “Vidas em jogo”, “Chamas da Vida” e “Vidas Opostas”.

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Primeiro capítulo de "Escrava Mãe" desempolga pela correria

Faz tempo que não assisto a Record. Desde “Pecado Mortal” não vejo uma novela inteira na emissora. Mas desta vez liguei a TV na emissora dos bispos e me surpreendi!

Mesmo com um primeiro capitulo corrido, (coisa que “Haja Coração”, da Globo, também pecou bastante), a novela me prendeu. A história foi introduzida por uma breve primeira fase. O destaque foi para Zezé Motta narrando em off, o que ajudou o telespectador a entender melhor e mergulhar no universo proposto.

A produtora Casablanca entregou uma produção primorosa. Comparada com grandes produções da Globo, “Escrava Mãe” não perde em nada. Cenários e locações magnificas, figurinos luxuosos.

No ramo das atuações, Thais Fersoza surpreendeu. Maria Izabel promete ser uma grande vilã. Outra que muito causou emoção foi Bete Coelho, como a doce Beatrice, que acolhe Juliana (Gabriela Moreyra). Também cito Roberta Gualda como a sinhazinha manca Tereza e os galãs Fernando Pavão (Almeida) e o português Pedro Carvalho (Miguel).

Espero que os núcleos de humor pastelão não tenham muito espaço na trama. Guerra de comida já basta em “Eta Mundo Bom!” e “Haja coração”, essa aí falo depois, mas adianto que o texto datado, genérico e didático não me agradou.

A nova novela da Record não tem a pretensão de inovar e vem com o clichê do clichê. Mas não é isso que o público quer? "Escrava Mãe" se revela uma boa opção. Não inovadora despretensiosa, um puro melodrama, mas de qualidade indiscutível.

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