A Record é ou não é evangélica?

Por: Guiga Bates, 10/06/2016
Hiran Silveira (Fotos: Glaucia Rodrigues/Divulgação)
Hiran Silveira, diretor de eventos especiais e coproduções da Record, participou da 1ª Edição do Minas Gerais Audiovisual Expo e deu a seguinte declaração:

“A Record tem um dono evangélico, mas não é evangélica. Estamos abertos para encontrar parceiros, Temos conteúdos policiais, de ação, denúncias e faremos uma série sobre lendas urbanas que pode quebrar esse paradigma da Record”.

Bom... evangélica, evangélica, não é mesmo. Nunca! Evangélico de verdade imprime o que está lá nos quatro livros sagrados do Novo Testamento, bem diferente do que prega e pratica o líder da Universal e Record como um todo.

Se for seguir a lógica, a Record e Seu Edir se enquadram perfeitamente naquela parte do livro de Apocalipse, como a prostituta chamada Babilônia. Olha só: uma religião (IURD), comercial (Record) e política (PRB). Junta tudo e dá na mesma desgraça. Arte do Diabo mesmo! Sobre uma parte da programação do canal que é direcionada ao "mundano", na visão religiosa, também é do cão.

Por outro lado, a fala do diretor contradiz a fama do canal. Logo após o "Hoje em Dia", tem bispo. No meio do "Balanço Geral", tem outro bispo. No horário nobre, uma enxurrada sequencial de novelas e séries bíblicas. Pela madrugada inteira, tem bispo. Sem contar outras heresias a mais espalhadas pela programação. Quer dizer, o cara quer fugir do rótulo, mas a programação se inclina a temática religiosa bíblica e doutrinas inventadas pelo seu próprio dono.

A fama se estende. Tem mais...

A situação da Record é bem diferente do que acontece com outras emissoras que também vendem seus horários para a igreja Universal. A TV da Barra Funda tem características bem peculiares em comparação com a Band e RedeTV!, por exemplo.

A Record é inteiramente controlada por um bando de bispos, prega a intolerância religiosa e falsa moralidade, nem sequer abre espaço para outra denominação e depende em parte da verba arrecadada através de dízimos dos fiéis. O dízimo entra na conta dos bispos e estes injetam na emissora para bancar os horários que ocupam na grade da Record. Safadeza! Boatos de que os fiéis, de alguma forma, ajudaram Edir Macedo na compra da Record.

De evangélica, a Record só tem a cara lisa! Mas, não resta dúvida de que vive a explorar, de todas as formas, a fé do telespectador e do evangélico. É um fato inegável.

Sabe de uma? Record e IURD se resume a duas empresas altamente lucrativas controladas por um megalomaníaco. 
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