"Pânico" tinha tudo para fechar com chave de ouro

Por: Guiga Bates, 09/05/2016
Gui Santana e Vesgo no "Boteco do Pânico"
Dizer que o "Pânico na Band" não tem mais graça é, digamos, pegar pesado demais. Os caras tem veia cômica e das boas, desde humoristas a produtores. Depois de muito tempo desgostoso e revoltado com a atração, neste último domingo (08), resolvi passar o olho e para minha grata surpresa, no popular, quase me mijei de rir. Rir litros!

A sensação foi voltar aos velhos tempos da RedeTV! quando o humorístico começava a dar os primeiros passos com o típico humor que o consagrou na década de 2000. Daquele jeito que você conheceu.

Quadros aparentemente bobos, como "Boteco do Pânico" enquadrando famosos; a sátira "Master Ré", do "MasterChef", sob o comando do hilário Christian Pior gravado na Praça da Sé em São Paulo; um pônei no apartamento como surpresa de "Dia das Mães" para a mulher de Fábio Rabin; Sílvio e as Gagas e, o melhor de todos, "O Quarto do Pânico" com Marcelo Sem Dente fizeram minha festa. Nada tão ofensivo. Acredite, até leve! Fiquei surpreso.

Mas, para minha tristeza vem o "Bate ou Regaça" com um tal de Léo Stronda e em outro momento, duas Panicats junto com o Gui Santana completamente pelados e isolados numa praia. Desanimei, acabou a graça. Nem vi. Cansado de tanto rir com os quadros anteriores, desliguei a TV e fui dormir.

Se não fosse esse tipo de apelação tão violenta e pornográfica lá no finalzinho onde o horário permite, diria que o programa estava perfeito. Esta última edição do "Pânico na Band" tinha tudo para fechar com chave de ouro. Quando resolverem dar fim nestas bagaceiras que forçam o riso, talvez eu consiga acompanhar até o fim.

Em tempo:


Segundo dados consolidados da Grande São Paulo, o programa deste domingo cravou 7.2 pontos de média e bateu recorde de audiência no ano, marcando a maior audiência da Band durante todo o dia.
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