"Bake Off" é tão bom que não combina com o SBT

Por: Guiga Bates, 21/05/2016
Helga e Matheus foram os piores da semana
Neste sábado (21), o SBT estreou a segunda temporada do reality culinário "Bake Off Brasil - Mão na Massa". O que dizer da atração? Não há o que reclamar. Excelente! Tudo muito bonitinho e gostosinho.

No episódio de estreia, os 14 participantes foram apresentados a medida que estavam ao pé do fogão durante as duas provas que resultaram na primeira eliminação, a saber, Matheus, o pior da semana. Na competição, os confeiteiros amadores enfrentarão dois tipos de desafio: técnico e o criativo.

O ambiente onde é realizado o programa é super agradável, uma tenda dentro de uma fazenda. A edição de imagens é incrível, sem falar do instrumental bem encaixado, que dar um ar de programa-família.

A qualidade é gigante em comparação ao nível inferior do SBT. O programa é muito bom para ser exibido no canal. Não combina. A explicação: o reality é resultado de uma parceria entre Discovery e SBT, produzido pela Cygnus Media.

Ticiane Villas Boas continua tentando. Não atrapalha, é aquela motivadora que circula entre os participantes.

Novamente as gostosuras e bombas são avaliadas e julgadas pela chef confeiteira Carol Fiorentino e pelo exigente empresário, Fabrizio Fasano Jr. Engraçado é quando discordam um do outro. Chato é quando dão aquelas patadas nos candidatos. Morro de pena. Normal, é o padrão de realitys do gênero.

Interessante é que neste tipo de reality o telespectador facilmente se envolve a ponto de causar apego pelos participantes. O perigo é engordar só de olhar confeitos, doces ou salgados durante os 15 episódios desta temporada.

"Bake Off Brasil" é uma raridade num canal tão lixento e dia tão ruim na TV aberta. É uma luz no fim do túnel. Só prova que a salvação da qualidade dos programas da TV aberta podem estar realmente nas mãos de produtoras competentes. 
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