"SuperPop" quer botar lenha numa fogueira que já está apagada

Por: Guiga Bates, 14/04/2016
Luciana Gimenez
O "SuperPop" de Luciana Gimenez nunca foi ou será símbolo de bom gosto na TV brasileira. Trash e fútil que só! Num cenário mais vazio do que o próprio cérebro da apresentadora, personalidades sem nada a oferecer sentam em seu sofá para falar de que? Vida dos outros, suas polêmicas, espíritos, travecos e calcinha de renda.

Na edição desta quarta (13), Luciana entrevistou dois artistas que hoje são praticamente esquecidos pelo público e mergulhados no ostracismo. Lembram do comediante de um personagem só, o Paulo Cintura (65)? Irritante ele, e mais acabado do que nunca. Lembram da atriz Marina Miranda (85), atualmente no ar na imbecil "Prova de Amor", reprisada na Record?

Então... na última semana seus nomes apareceram em alguns sites com direito a manchetes. Paulo Cintura saiu dizendo que não concorda em ver a nova "Escolinha do Professor Raimundo" apenas com atores novos, sendo que alguns humoristas da antiga geração estão disponíveis e passando fome. A atriz Marina Miranda foi demitida da Record, tendo seu contrato vitalício cancelado pela emissora.

Pronto, agora entra o parasita "SuperPop" afim de botar lenha numa fogueira que já está apagada, elevando ao cubo cada caso na maior polêmica e cobrando explicações das respectivas emissoras envolvidas. Uma semana depois ninguém lembra mais do assunto e lá vem a Luciana atualizadíssima.

O tema da noite: "‪SuperPop‬" debate o drama de artistas que já fizeram muito sucesso na TV, mas que agora se sentem injustiçados. Até a Sônia Abrão apareceu e deu seu parecer nesta paracé.


A atriz, que tem mais de 60 anos de carreira, contou o drama que enfrenta depois da demissão da Record. "A gente é tirada dos programas sem saber de nada. Era muito bem tratada, muito querida, tinha carro quando queria, era um carinho extraordinário". Marina revelou a decepção que sentiu quando, ao achar que faria algum trabalho, foi surpreendida pela demissão da Record.

                                         
O ex-participante do humorístico explicou o porquê de sua insatisfação: "Não existe uma mágoa em relação a nada, nem uma crítica em relação a nada. Existe, sim, um desabafo. Eu expus as minhas ideias em relação a isso, eu realmente discordo dessa Escolinha nova, eu discordo de você pegar personagens originais, que estão vivos, usurpar esses personagens, colocar para outras pessoas, essas pessoas ganharem a sua grana e o cara ficar duro que nem um coco".
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