Programa “Esquenta!”: nem o diabo aguenta

Por: Márcio Andrade, 21/03/2016
Regina Casé
Muitas datas são dignas de serem comemoradas, mas uma em especial, pelo menos para nós que gostamos de um bom programa de TV, eu tenho a plena convicção que é o fim do “Esquenta!” da Rede Globo, ocorrido em 27 de Dezembro de 2015.

Daqui exatamente uma semana (27/03), isto mesmo: uma semana, completam-se três meses do final de sua 4ª temporada, e tomara que seja a última. Amém!? Pode parecer pouco, entretanto, oriundo de um programa como aquele, o sofrimento e o atentado terrorista à qualidade televisiva, se é que a televisão ainda tem, transparece ser eterno.

Às vezes eu me perguntava: “Como a maior emissora do Brasil e a segunda maior do mundo, teve a coragem, ousadia, intrepidez e todos os sinônimos que puderem ser usados, de colocar uma coisa esdrúxula daquela no ar?” É algo inexplicável e de difícil entendimento! “Tipo nós homens encontrarmos o ponto G de uma mulher. Ao menos a gente sabe que o 'Esquenta!' existe, infelizmente!”, parafraseando uma piada de “TWO and a half MEN”.

O fato é que, como dizem, se não me engano, os antigos, “não há mal que dure para sempre…” E com certeza, o programa “Esquenta!”, é um deles. E como dizem também os crentes, que aquele mal que saiu da Rede Globo, tenha saído “para nunca mais voltar, em nome de Jesus!”.

Ninguém aguentava mais aquele cenário horroroso que configurava de circo. Ninguém aguentava mais aquelas “músicas” ruins e “danças” esquisitas daqueles funkeiros (neoplasmo), se passando por “cantores”. Ninguém aguentava mais aquela esquerdista caviar da Regina Casé, fingindo que gostava de pobre. Enfim. Ainda sonhamos com este momento, em que leremos esta notícia aqui no “Detona TV”: “Globo cancela definitivamente o 'Esquenta!' de Regina Casé”.

Quando esse dia chegar, você poderá parafrasear tranquilamente, mesmo não gostando dele e/ou não acreditando em Deus, o apóstolo fazendeiro Valdemiro Santiago: “Oh, Deus maravilhoso! É pra glorificar de pé, telespectadores!”.

Ademais, depois do cancelamento, afirmaremos categoricamente: “'Esquenta!' não era somente um programa de auditório; ele era igualmente, um programa como estado de calamidade pública, e que nunca deveria ter saído do papel”.
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