Marcelo Rezende transforma "Cidade Alerta" num ponto de encontro para amigos da Record

Por: Guiga Bates, 28/03/2016
Marcelo Rezende
No que se tornou o "Cidade Alerta"? Além do circo dos horrores, o policialesco sob o comando do jornalista jeca Marcelo Rezende, agora ampliou-se numa espécie de varanda ou ponto de encontro para artistas da Record. Um "Vídeo Show" sangrento e baixo nível.

Rezende anunciou que receberia periodicamente seus amigos de emissora para um momento de descontração e participações especiais, assim como faz os outros programa da Record. Rodrigo Faro, Reinaldo Gottino e Fabíola Reipert participaram na última quinta (24). Saiu de tudo: piadas, baixaria, bagunça e o escambau.

Um dia depois, César Filho, jornalista e apresentador do "Hoje em Dia", também passou pelo "Cidade Alerta", sem soltar a mesma franga como seus colegas do dia anterior. Nesta segunda (28), Geraldo Luís, do "Domingo Show", também apareceu. Visualize um trecho da palhaçada:


Todos os que passaram pelo estúdio do programa, tiveram que por um momento assumir o comando anunciando matérias à queima-roupa. Fabíola Reipert passou vergonha até na hora de ler o texto.

Marcelo Rezende já não é comprometido com a qualidade jornalística do programa, agora com seus amiguinhos, não pensa em outra coisa, a não ser brincar, jogar conversa fora e fazer estripulias ao vivo. Vergonhoso! Segue a linha do "Balanço Geral SP" nos dias do Geraldo, em que tinha um anão e um galo. 

Pode ser que na falta de assunto, com o objetivo de preencher a longuíssima maratona de quase quatro horas de desgraça, a presença de seus colegas sirva como tapa-buraco aliviador. Nem as reprises parecem dar conta. Ou talvez uma forma de atrair público de outros programas da casa e alavancar a audiência.

Hoje pode ser inviável, mas se a Record decidisse dar um talk show para o Marcelo Rezende e o jogasse lá para perto do "Fala que eu te escuto", já seria um grande favor. Pelo menos não teríamos que nos deparar com este ser indescritível e pitoresco num horário tão acessível.

O "Cidade Alerta" se perdeu e em nada lembra o formato original da década de 90 e meados dos anos 2000. Se naquela época o programa não era lá essas coisas, hoje não vale nada. Marcelo Rezende imprimiu tripolaridade ao policialesco, uma hora quer falar sério, outra hora quer brincar, outra hora só pensa no sapeca-iaia. Não tem como levar a sério.


Tecnologia do Blogger.