Esquecido pelos diretores e público, "SBT Brasil" envergonha o jornalismo nacional

Joseval Peixoto e Rachel Sheherazade apresentam o jornalístico mofado

Exibido no início das noites do SBT, o principal telejornal da emissora, tem muito o que evoluir para poder ser chamado de um programa descente. Sem identidade própria, o "SBT Brasil" chega a conseguir a proeza de empatar com o "Jornal da Band", que está em uma emissora isolada na quarta colocação no ranking de audiências. Se o "SBT Brasil" passou a ter algo de especial que criasse um vínculo mais próximo ao telespectador, esse "algo" foi descartado pela emissora. O IBOPE mostra que os números de audiência do jornal caíram consideravelmente após a decisão da emissora de acabar de vez com as opiniões da jornalista Rachel Sheherazade. Era de se esperar, já que o telejornal só passou a ganhar alguma visibilidade nacional a partir da entrada de Rachel e de suas polêmicas opiniões. Antes, o "SBT Brasil" só havia conquistado alguma identidade com o público em seus meses iniciais, quando era comandado por Ana Paula Padrão. Além da falta de identidade com o público, chega a ser uma vergonha que o principal jornal da terceira maior emissora do país não seja exibido em alta definição, esquecido, como um programa qualquer. Um programa que poderia ser o diferencial em uma grade totalmente dominada por produtos "mofados", é tratado com desprezo pelos nada inteligentes diretores do SBT.

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Colaborador: Douglas Nascimento
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